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Em tempos de Pandemia, a Economia Criativa é catapultada pelo Marketing Digital. 

 

 

   

 

Economia criativa é o conjunto de negócios criados através do conhecimento intelectual, artístico e cultural

 

A economia criativa engloba ciclos de criação, produção e distribuição de bens e serviços que utilize o conhecimento e expertises em negócios que envolvem o conhecimento intelectual, artístico e cultural.

 

Em 2015 a economia criativa gerou cerca de R$ 155,6 Bilhões em renda para a economia Brasileira

 

 “Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil” (em PDF), publicado pela Firjan em dezembro de 2016.

 

 

Feiras Bazares e Afins

 

 

 

O mercado de feiras, bazares e afins é justamente o mercado que reúne o maior número de empreendedores da economia criativa. Composto por artesãos, músicos, produtores de eventos e uma boa parte dos MEI’S-Micro Empreendedor Individual. São empreendedores da chamada economia criativa.

 

Este é um mercado muito sensível, pois para que funcione e gere renda para a manutenção das famílias e do setor de forma satisfatória e minimamente aceitável, depende de eventos e atividades criativas que possa reunir público em espaços públicos ou privados. São as feiras de moda, cultura, artesanato; os bazares e afins espalhados por todo o Brasil. estes eventos reúnem artistas, artesãos e empreendedores de vários segmentos.

 

Com o isolamento social este grupo de profissionais foi o primeiro a parar suas atividades e com toda certeza sera o ultimo a retornar. Levando em consideração que estes profissionais não devem ser considerado meramente como um setor da economia pois são profissionais espalhados e ramificados em todo o âmbito da economia nacional. Que isto gera um rombo enorme na economia Brasileira, já sabemos. E o rombo gerado na economia familiar de cada um destes profissionais?

 

É importante entender que a maioria destes profissionais, sequer foi enquadrados no plano de auxilio emergencial. Na maioria esmagadora estão vivendo (Sobrevivendo) do auxílio prestado por amigos e familiares.

 

É neste momento que a internet mostra sua força e o Marketing Digital se sobrepõe aos empreendedores da economia criativa. 

 

Durante toda uma vida estes profissionais tiveram que se adaptar para conseguirem gerar renda cada um em suas áreas. Hoje com tudo que estamos vivenciando no Brasil e no mundo não poderia ser diferente. Estes profissionais mais uma vez se reinventam, adquirem conhecimento, expertise e mais uma vez sai na frente.

 

Estamos presenciando muitos artesão criarem seus produtos digitais e/ou comercializando seus produtos físicos de forma digital, músicos e artistas de vários segmentos que sempre dependeram de espaços com estruturas tecnológicas como equipamentos audiovisuais, estão criando suas lives. Profissionais da tv, músicos famosos e renomados que antes exigiam um palco, camarim, estruturas milionárias e público gigantesco: estão fazendo suas lives no conforto e segurança do seu lar.

 

Veja o caso do Rafael Carvalho.

 

Tatuador do cenários Paulistano, que por conta do isolamento social teve seu trabalho como tatuador interrompido e teve que se reinventar. Não está mais tatuando, transferiu sua arte para o papel, as telas e trocou de maquininha de tatuador para canetas esferográficas e outros materiais que possam ajudalo a expressar sua arte. 

 

Rafael Carvalho

 

 

 

Sou Rafael Carvalho, atualmente tenho 28 anos, sou tatuador a 8 anos, nesse tempo sempre estive em contato com o desenho como uma forma de aprimorar e me manter ativo no meio da arte.

 Sempre busquei além de novas técnicas, outros tipos de materiais pra não ficar limitado a só uma determinada técnica ou material, pois nem sempre podemos ter em mãos todos os tipos de materiais. 

 Pra quem trabalha em qualquer meio artístico evoluir é fundamental, e mais que isso é se reinventar, ousar outros meios, não se tornar filhos das circunstâncias. E com esse pensamento sempre sigo me reinventando, correndo atrás de conhecimentos e mergulhando de cabeça no estudo diário, com a humildade de reconhecer que sempre se tem no que melhorar.

 Sobre o isolamento da quarentena, tenho que confessar uma coisa!!! Quem me conhece já sabe. Nos últimos 5 anos, tenho me isolado, deixado de sair de casa para eventuais "rolês", pra poder aprimorar meus trabalhos. E por mais que a quarentena tenha afastado meu ofício de tatuador, pude nesses tempos me voltar ainda mais ao desenho, que além de ser um grande estudo é uma imensa paixão.

 Meu contato com a esferográfica começou com um mix de fatores: 

 - Primeiro de tudo é o amor imensurável  pela natureza e os animais, como sempre digo Deus é o artista sou meramente um copista.

 - Segundo é um auto desafio a forçar  ao progresso, se tem algum desenho desafiador que não tenho certeza que  conseguirei executar, me atiro de cabeça nele e martelo durante meses até conseguir executá lo.

 - Terceiro é um sonho de poder crescer com a arte, poder passar minha mensagem ao mundo, não é uma questão de ser reconhecido ou ficar famoso, mas por meio da minha arte não ser esquecido. 

 

 

Vivemos uma ruptura de conceitos e paradigmas.

Onde você se encontra neste momento???

 

Welington Silva

Feirinha Ditacuja